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Sabia que sua mente se beneficia dessas escolha: URBANO ou NATUREZA?

Qual seu ESTILO DE MORAR? Você é fã de natureza ou prefere viver na selva de pedra?

Tem quem não dispense um bom contato com a natureza e não abra mão de morar perto do mar, do rio, ou de um simples parque para fazer aquela caminhada matinal. E estudos mostram que talvez essas pessoas estejam vivendo melhor do que quem passa os dias rodeado de arranha-céus e muito concreto.

Dados mostram que moradores da cidade correm maior risco de sofrer de doenças psiquiátricas, como depressão, transtornos de ansiedade e esquizofrenia, do que os moradores do que quem mora no campo. A justificativa parece estar nos níveis mais altos de atividade da amígdala – um núcleo central no cérebro que desempenha um papel importante no processamento de estresse e reações ao perigo – dos habitantes das cidades.

Mas não é só isso! Alguns pesquisadores decidiram analisar se a presença de espaço verde nas cidades tem alguma influência na qualidade de vida e saúde mental dos moradores urbanos.

Assim como já se esperava, a resposta foi positiva, quem vivia perto de uma floresta era capaz de lidar melhor com o estresse. Mas se você se perguntar se esse resultado pode ser reflexo apenas de condições socioculturais, vai gostar de saber que o efeito permaneceu estável mesmo quando as diferenças na qualificação educacional e nos níveis de renda foram controladas.

Ainda assim, não foi possível encontrar uma associação entre as regiões do cérebro examinadas e o verde urbano, a água ou o terreno baldio. Ou seja, não dá para afirmar com certeza se é o fato de morar perto da floresta que tem efeitos positivos sobre a atividade da amigdala ou se, simplesmente, pessoas com uma amigdala mais saudável têm maior tendência a morar perto da natureza. Mas com base no conhecimento atual, é possível sugerir que é mais provável que seja a primeira opção.

Enquanto novos estudos não comprovam por “A + B” essa teoria, não custa investir em uma vida com mais contato com a natureza, né?

Fonte: Kühn et al. In search of features that constitute an “enriched environment” in humans: Associations between geographical properties and brain structure. Scientific Reports, 2017; 7 (1).

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